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Sindicatos patronais pedem mais tempo para analisar proposta e renovar a CCT
Para debatedores, lei que reconheceu profissão de multimídia é retrocesso
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Jornalista Gil Rocha ganha homenagem póstuma  em Centro de Esporte e Lazer de Curitiba
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Fenaj e SindijorPR se reúnem com Ministério das Mulheres para tratar do Emjor
Morte de equipe da Band Minas expõe riscos da multifunção e da precarização no jornalismo
SindijorPR e Sindijor Norte PR iniciam negociações da CCT e piso salarial de 5,2 mil segue em debate
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FENAJ defende a aprovação do Projeto de Lei 1838/2026, que reduz jornada e escala de trabalho
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  • AS VIDAS DEJORNALISTAS NÃO PODEM SER O CUSTO DA NOTÍCIA. ⚠️🚨
 
🗡️ A realidade é brutal: hostilidade nas ruas, ataques coordenados no ambiente digital e um profundo silêncio dentro das redações. Trabalhar com medo virou rotina para jornalistas, mas isso não é "ossos do ofício", é omissão criminosa.

📢 Enquanto jornalistas se expõem para garantir a informação, os patrões lavam as mãos. Não há preparo, não há suporte pós-trauma e faltam protocolos claros. Quando as empresas barram a discussão sobre segurança na mesa de negociação, deixam claro: o lucro vale mais que a integridade física e mental de quem faz a engrenagem girar.

No dia 19/05, levaremos essa pauta com a urgência que ela exige. Não aceitaremos mais "band-aids" para feridas que estão deixando marcas profundas em jornalistas.

 Segurança já! Denuncie agressões ao Sindicato e mobilize-se!
  • O Sindicato de Jornalistas Profissionais do Paraná (SindijorPR) recebeu com grande tristeza a informação do falecimento de Valdeci Lizarte na manhã desta terça-feira (12).

 Jornalista dedicado, talentoso e ético, Valdeça, como era chamado pelos colegas que o amavam, partiu numa manhã fria e já deixa saudades entre os que tiveram o privilégio de conviver com ele. Ele estava internado havia 70 dias para tratar um câncer no esôfago. 

O velório acontece hoje (13/05) , no Cemitério Vertical (Capela 03), das 09h às 13:50
  • 📈 Enquanto o custo de vida dispara, o mercado de trabalho brasileiro está reagindo: dados do DIEESE mostram que 91,8% das categorias conquistaram reajustes iguais ou ACIMA da inflação. Ou seja, quase todo mundo está conseguindo, no mínimo, manter o poder de compra.

Mas para o jornalista, a história é outra. No nosso setor, a maioria (62,6%) ficou no prejuízo, com reajustes que mal acompanham ou perdem para o aumento dos preços.💸💸

🚩 O que isso significa na prática?
➡️ Menos no prato: A alimentação fora de casa subiu 6,66% — quase o dobro da inflação geral. Para quem está na rua apurando, o custo de trabalhar subiu, mas o salário não.
➡️ Mais trabalho, menos valor: As redações encolheram, as funções acumularam, a "euquipe" virou regra. Produzimos mais do que nunca, mas recebemos menos do que o resto do mercado.

🛑 Não aceitaremos ser a exceção negativa da economia. Se 9 em cada 10 categorias garantiram o básico, nós também vamos exigir o nosso. Nesta Campanha Salarial, nossa pauta é por REPOSIÇÃO INTEGRAL E GANHO REAL

JUNTE-SE A LUTA DA CAMPANHA SALARIAL!

#SindijorPR #CampanhaSalarial2026 #JornalismoPR #ValorizeOJornalista #DIEESE #DireitosDosJornalistas #JornalismoResiste #Paraná
  • LIBERDADE DE EXPRESSÃO SOB ATAQUE NO PARANÁ 📢

O SindijorPR e a FENAJ manifestam preocupação com o cerceamento do debate público envolvendo o trabalho da jornalista Mareli Martins. 
⚖️ Medidas que impõem punição financeira e remoção de notícias baseadas em fatos de amplo conhecimento ferem a democracia.

Seguimos vigilantes contra qualquer tentativa de intimidação à nossa categoria.

🔗 Leia a nota na íntegra no portal do SindijorPR
AS VIDAS DEJORNALISTAS NÃO PODEM SER O CUSTO DA NOTÍCIA. ⚠️🚨
 
🗡️ A realidade é brutal: hostilidade nas ruas, ataques coordenados no ambiente digital e um profundo silêncio dentro das redações. Trabalhar com medo virou rotina para jornalistas, mas isso não é "ossos do ofício", é omissão criminosa.

📢 Enquanto jornalistas se expõem para garantir a informação, os patrões lavam as mãos. Não há preparo, não há suporte pós-trauma e faltam protocolos claros. Quando as empresas barram a discussão sobre segurança na mesa de negociação, deixam claro: o lucro vale mais que a integridade física e mental de quem faz a engrenagem girar.

No dia 19/05, levaremos essa pauta com a urgência que ela exige. Não aceitaremos mais "band-aids" para feridas que estão deixando marcas profundas em jornalistas.

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AS VIDAS DEJORNALISTAS NÃO PODEM SER O CUSTO DA NOTÍCIA. ⚠️🚨
 
🗡️ A realidade é brutal: hostilidade nas ruas, ataques coordenados no ambiente digital e um profundo silêncio dentro das redações. Trabalhar com medo virou rotina para jornalistas, mas isso não é "ossos do ofício", é omissão criminosa.

📢 Enquanto jornalistas se expõem para garantir a informação, os patrões lavam as mãos. Não há preparo, não há suporte pós-trauma e faltam protocolos claros. Quando as empresas barram a discussão sobre segurança na mesa de negociação, deixam claro: o lucro vale mais que a integridade física e mental de quem faz a engrenagem girar.

No dia 19/05, levaremos essa pauta com a urgência que ela exige. Não aceitaremos mais "band-aids" para feridas que estão deixando marcas profundas em jornalistas.

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🗡️ A realidade é brutal: hostilidade nas ruas, ataques coordenados no ambiente digital e um profundo silêncio dentro das redações. Trabalhar com medo virou rotina para jornalistas, mas isso não é "ossos do ofício", é omissão criminosa.

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No dia 19/05, levaremos essa pauta com a urgência que ela exige. Não aceitaremos mais "band-aids" para feridas que estão deixando marcas profundas em jornalistas.

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🗡️ A realidade é brutal: hostilidade nas ruas, ataques coordenados no ambiente digital e um profundo silêncio dentro das redações. Trabalhar com medo virou rotina para jornalistas, mas isso não é "ossos do ofício", é omissão criminosa.

📢 Enquanto jornalistas se expõem para garantir a informação, os patrões lavam as mãos. Não há preparo, não há suporte pós-trauma e faltam protocolos claros. Quando as empresas barram a discussão sobre segurança na mesa de negociação, deixam claro: o lucro vale mais que a integridade física e mental de quem faz a engrenagem girar.

No dia 19/05, levaremos essa pauta com a urgência que ela exige. Não aceitaremos mais "band-aids" para feridas que estão deixando marcas profundas em jornalistas.

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AS VIDAS DEJORNALISTAS NÃO PODEM SER O CUSTO DA NOTÍCIA. ⚠️🚨
 
🗡️ A realidade é brutal: hostilidade nas ruas, ataques coordenados no ambiente digital e um profundo silêncio dentro das redações. Trabalhar com medo virou rotina para jornalistas, mas isso não é "ossos do ofício", é omissão criminosa.

📢 Enquanto jornalistas se expõem para garantir a informação, os patrões lavam as mãos. Não há preparo, não há suporte pós-trauma e faltam protocolos claros. Quando as empresas barram a discussão sobre segurança na mesa de negociação, deixam claro: o lucro vale mais que a integridade física e mental de quem faz a engrenagem girar.

No dia 19/05, levaremos essa pauta com a urgência que ela exige. Não aceitaremos mais "band-aids" para feridas que estão deixando marcas profundas em jornalistas.

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🗡️ A realidade é brutal: hostilidade nas ruas, ataques coordenados no ambiente digital e um profundo silêncio dentro das redações. Trabalhar com medo virou rotina para jornalistas, mas isso não é "ossos do ofício", é omissão criminosa.

📢 Enquanto jornalistas se expõem para garantir a informação, os patrões lavam as mãos. Não há preparo, não há suporte pós-trauma e faltam protocolos claros. Quando as empresas barram a discussão sobre segurança na mesa de negociação, deixam claro: o lucro vale mais que a integridade física e mental de quem faz a engrenagem girar.

No dia 19/05, levaremos essa pauta com a urgência que ela exige. Não aceitaremos mais "band-aids" para feridas que estão deixando marcas profundas em jornalistas.

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AS VIDAS DEJORNALISTAS NÃO PODEM SER O CUSTO DA NOTÍCIA. ⚠️🚨
 
🗡️ A realidade é brutal: hostilidade nas ruas, ataques coordenados no ambiente digital e um profundo silêncio dentro das redações. Trabalhar com medo virou rotina para jornalistas, mas isso não é "ossos do ofício", é omissão criminosa.

📢 Enquanto jornalistas se expõem para garantir a informação, os patrões lavam as mãos. Não há preparo, não há suporte pós-trauma e faltam protocolos claros. Quando as empresas barram a discussão sobre segurança na mesa de negociação, deixam claro: o lucro vale mais que a integridade física e mental de quem faz a engrenagem girar.

No dia 19/05, levaremos essa pauta com a urgência que ela exige. Não aceitaremos mais "band-aids" para feridas que estão deixando marcas profundas em jornalistas.

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AS VIDAS DEJORNALISTAS NÃO PODEM SER O CUSTO DA NOTÍCIA. ⚠️🚨
 
🗡️ A realidade é brutal: hostilidade nas ruas, ataques coordenados no ambiente digital e um profundo silêncio dentro das redações. Trabalhar com medo virou rotina para jornalistas, mas isso não é "ossos do ofício", é omissão criminosa.

📢 Enquanto jornalistas se expõem para garantir a informação, os patrões lavam as mãos. Não há preparo, não há suporte pós-trauma e faltam protocolos claros. Quando as empresas barram a discussão sobre segurança na mesa de negociação, deixam claro: o lucro vale mais que a integridade física e mental de quem faz a engrenagem girar.

No dia 19/05, levaremos essa pauta com a urgência que ela exige. Não aceitaremos mais "band-aids" para feridas que estão deixando marcas profundas em jornalistas.

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📢 Enquanto jornalistas se expõem para garantir a informação, os patrões lavam as mãos. Não há preparo, não há suporte pós-trauma e faltam protocolos claros. Quando as empresas barram a discussão sobre segurança na mesa de negociação, deixam claro: o lucro vale mais que a integridade física e mental de quem faz a engrenagem girar.

No dia 19/05, levaremos essa pauta com a urgência que ela exige. Não aceitaremos mais "band-aids" para feridas que estão deixando marcas profundas em jornalistas.

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AS VIDAS DEJORNALISTAS NÃO PODEM SER O CUSTO DA NOTÍCIA. ⚠️🚨 🗡️ A realidade é brutal: hostilidade nas ruas, ataques coordenados no ambiente digital e um profundo silêncio dentro das redações. Trabalhar com medo virou rotina para jornalistas, mas isso não é "ossos do ofício", é omissão criminosa. 📢 Enquanto jornalistas se expõem para garantir a informação, os patrões lavam as mãos. Não há preparo, não há suporte pós-trauma e faltam protocolos claros. Quando as empresas barram a discussão sobre segurança na mesa de negociação, deixam claro: o lucro vale mais que a integridade física e mental de quem faz a engrenagem girar. No dia 19/05, levaremos essa pauta com a urgência que ela exige. Não aceitaremos mais "band-aids" para feridas que estão deixando marcas profundas em jornalistas. Segurança já! Denuncie agressões ao Sindicato e mobilize-se!
14 horas ago
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O Sindicato de Jornalistas Profissionais do Paraná (SindijorPR) recebeu com grande tristeza a informação do falecimento de Valdeci Lizarte na manhã desta terça-feira (12).

 Jornalista dedicado, talentoso e ético, Valdeça, como era chamado pelos colegas que o amavam, partiu numa manhã fria e já deixa saudades entre os que tiveram o privilégio de conviver com ele. Ele estava internado havia 70 dias para tratar um câncer no esôfago. 

O velório acontece hoje (13/05) , no Cemitério Vertical (Capela 03), das 09h às 13:50
O Sindicato de Jornalistas Profissionais do Paraná (SindijorPR) recebeu com grande tristeza a informação do falecimento de Valdeci Lizarte na manhã desta terça-feira (12). Jornalista dedicado, talentoso e ético, Valdeça, como era chamado pelos colegas que o amavam, partiu numa manhã fria e já deixa saudades entre os que tiveram o privilégio de conviver com ele. Ele estava internado havia 70 dias para tratar um câncer no esôfago. O velório acontece hoje (13/05) , no Cemitério Vertical (Capela 03), das 09h às 13:50
1 dia ago
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📈 Enquanto o custo de vida dispara, o mercado de trabalho brasileiro está reagindo: dados do DIEESE mostram que 91,8% das categorias conquistaram reajustes iguais ou ACIMA da inflação. Ou seja, quase todo mundo está conseguindo, no mínimo, manter o poder de compra.

Mas para o jornalista, a história é outra. No nosso setor, a maioria (62,6%) ficou no prejuízo, com reajustes que mal acompanham ou perdem para o aumento dos preços.💸💸

🚩 O que isso significa na prática?
➡️ Menos no prato: A alimentação fora de casa subiu 6,66% — quase o dobro da inflação geral. Para quem está na rua apurando, o custo de trabalhar subiu, mas o salário não.
➡️ Mais trabalho, menos valor: As redações encolheram, as funções acumularam, a "euquipe" virou regra. Produzimos mais do que nunca, mas recebemos menos do que o resto do mercado.

🛑 Não aceitaremos ser a exceção negativa da economia. Se 9 em cada 10 categorias garantiram o básico, nós também vamos exigir o nosso. Nesta Campanha Salarial, nossa pauta é por REPOSIÇÃO INTEGRAL E GANHO REAL

JUNTE-SE A LUTA DA CAMPANHA SALARIAL!

#SindijorPR #CampanhaSalarial2026 #JornalismoPR #ValorizeOJornalista #DIEESE #DireitosDosJornalistas #JornalismoResiste #Paraná
📈 Enquanto o custo de vida dispara, o mercado de trabalho brasileiro está reagindo: dados do DIEESE mostram que 91,8% das categorias conquistaram reajustes iguais ou ACIMA da inflação. Ou seja, quase todo mundo está conseguindo, no mínimo, manter o poder de compra.

Mas para o jornalista, a história é outra. No nosso setor, a maioria (62,6%) ficou no prejuízo, com reajustes que mal acompanham ou perdem para o aumento dos preços.💸💸

🚩 O que isso significa na prática?
➡️ Menos no prato: A alimentação fora de casa subiu 6,66% — quase o dobro da inflação geral. Para quem está na rua apurando, o custo de trabalhar subiu, mas o salário não.
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Mas para o jornalista, a história é outra. No nosso setor, a maioria (62,6%) ficou no prejuízo, com reajustes que mal acompanham ou perdem para o aumento dos preços.💸💸

🚩 O que isso significa na prática?
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Mas para o jornalista, a história é outra. No nosso setor, a maioria (62,6%) ficou no prejuízo, com reajustes que mal acompanham ou perdem para o aumento dos preços.💸💸

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Mas para o jornalista, a história é outra. No nosso setor, a maioria (62,6%) ficou no prejuízo, com reajustes que mal acompanham ou perdem para o aumento dos preços.💸💸

🚩 O que isso significa na prática?
➡️ Menos no prato: A alimentação fora de casa subiu 6,66% — quase o dobro da inflação geral. Para quem está na rua apurando, o custo de trabalhar subiu, mas o salário não.
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Mas para o jornalista, a história é outra. No nosso setor, a maioria (62,6%) ficou no prejuízo, com reajustes que mal acompanham ou perdem para o aumento dos preços.💸💸

🚩 O que isso significa na prática?
➡️ Menos no prato: A alimentação fora de casa subiu 6,66% — quase o dobro da inflação geral. Para quem está na rua apurando, o custo de trabalhar subiu, mas o salário não.
➡️ Mais trabalho, menos valor: As redações encolheram, as funções acumularam, a "euquipe" virou regra. Produzimos mais do que nunca, mas recebemos menos do que o resto do mercado.

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2 dias ago
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